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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

FREE!!! Novo weblivro para download . FREE !!!


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Um trabalho mais recente e mais intimista. Divirta-se e comente !!!


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segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Tecnostalgia

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Tecnostalgia ou notícias do mundo de lá


Belo Horizonte, 12 de abril de 2006


À alguém, à algum, ao século passado



Caríssimos amigos os, fatos que vou narrar compreendem minha rotina diária e a saudade que sinto dos anos dourados, da infância alegre e do mundo menos tecnológico . “


Assento-me numa cadeira de frente a um laptop e não há mais escrivaninha, caneta ou bloquinho de anotações. Esqueçam os cadernos de caligrafia, agora tenho um editor de textos que tem sempre a mesma letra, porque a moda agora é ser virtual. Um mundo evoluído em que a inteligência biológica se confunde com a artificial, o proibido com o permitido, a ética com a estética. O mundo se rendeu à cibernética. O processo de criação se distanciou do Criador. Qualquer um pode ser dadaísta. É tudo um jogo de dados. A inspiração já não vem dos Céus, vem do Acaso. As musas do Olimpo foram globalizadas e agora tem sobrenome ponto com. Temos sites, programas, plágio e dicionário eletrônico. As bibliotecas agora são virtuais, mas seus livros não têm cheiro. O bit é inodoro, insalubre. O Joyce e o Pessoa, as tragédias e as comédias que outro dia impressionavam nas estantes, hoje cabem todos num disquinho de plástico. Plástico também não tem gosto. A evolução é pertinente, o que incomoda é a impessoalidade. Não há mais tantos saraus literários, criaram os blogs. Para que ler se a Rede me dá tudo resumido? Enciclopédia para que? Como no sexo, só preciso de uma conexão. E a conexão também oferece prazer. Porque o apelo sexual agora é mais visual, voyer. Uma imagem vale mais que mil carinhos. O telegrama agora pesa mais de uma tonelada, é mais leve mandar um e-mail. Precisamos nos atualizar porque as janelas foram lançadas em nova versão e esta não é mais compatível com serenatas! A reciclagem agora é também de conhecimento e o bit matou a letra cursiva. As teclas tomaram o lugar que sempre foi das canetas, do lápis. Tudo é digital, inclusive as digitais, livro, foto, diário, música e saudade. Todo mundo tem um fotolog e posso fazer e selecionar os membros da minha própria comunidade. Até Da Vinci virou código. Entretanto, o conhecimento é nulo se não há inspiração. Rendi-me e transformei a letra em bit e à luz da literatura crio um hipertexto, não uso mais caneta e papel. Não saberia dizer se as relações pessoais evoluíram ou involuíram. O que sei é escrevi meu último texto num plano curvo de modelo variável dentro de um livro de luz! Encontro a solução táctil quando digito uma palavra que já não é mais palavra, é comando. Aperto teclas e mordo o lábio porque a caneta é inútil. Minha opinião nem é tão importante porque minha pátria é minha Rede, e essa Rede é minha Língua. Meu cérebro agora é um periférico (hardware) ! Minha memória é fruto de uma compilação de dados extraídos de vários sites. Antes eu sabia falar, hoje minha voz são meus dedos e minhas palavras são Words. Tenho convulsões e minha mente medula pelo lóbulo da minha orelha. Sou uma antena móvel acessível ao mundo digital.Download, upload. Envio, recebo. Se fujo disso, fico marginal. Minha letra é um signo, um símbolo matemático. Lançaram mais um jogo, eletrônico, porque pôquer é coisa do passado, futebol com os amigos só se for online! Não moro mais. Agora me hospedo em um provedor. Na minha antiga casa havia uma sala que se cansou de estar, queria ser, e hoje é sala de bate papo. Talvez esteja me tornando um homem-máquina alienado por um Sistema que não aceita aquele menino do interior. Mas apesar disso ainda sou capaz de chorar porque lágrima é água em estado sentimental (dígito não pode molhar). Se escrever ainda é arte, a minha escrita é uma oração pela volta ao paraíso.”


Flávio Martins da Silva



quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Friends - Amigos

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O que é um amigo ?

O que um amigo é
Não precisa ser dito
É como um meio irmão
Que tivemos escondidos

Com os braços abertos
Para nos levantar
As mãos estendidas
Para nos ajudar

O que um amigo é
Não pode ser explicado
Em momentos fáceis ou difíceis
Ele está ao nosso lado

O que um amigo é
Ninguém entenderia
Não tem definição
Embora deveria

O que um amigo é
Pode parecer inocente
Porque a amizade
É um Deus internamente

Só quem tem um amigo
Sabe que é bom pra valer
Cuide bem dos seus
Te ajuda a crescer


What a friend is

What a friend is
Needs not to be said
A friend is a mid-brother
from parents we never had

Open arms
When we fall
Helping hands
Support us all

What a friend is
Cannot be explained
On walking hard or even soft
Side by side, hand by hand

What a friend is
Cant be understood
Has no definition
Even though it should

What a friend is
Silly may mean
Though friendship
Is a god within

Having a friend
Is awesome one knows
Take care of yours
It helps us grow


quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

O que é escrever ?

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O que é escrever ?



Escrever é divagar devagar sobre o que há, sobre o virassê, sobre mim, sobre todos, sobre tudo ou nada . É marchar num exército de milhares querendo não ser apenas mais um. É declarar o amor às letras ainda que custe a própria vida. Escrever é morrer por não escrever. É estando morto renascer um pouquinho a cada linha escrita, a cada parágrafo “redondinho”. Escrever é trazer pra fora o que deveria estar dentro mesmo que machuque. Escrever é dar à luz mesmo sendo estéril ou homem. É plantar um livro e criar uma árvore. É buscar respostas para o que já foi respondido, mas não atende às minhas ambições. Escrever é lutar contra um inimigo invisível ou contra moinhos de vento cada vez maiores e cada vez mais desafiadores. É brigar com o texto que reluta em não sair, a frase que insiste em ser simplista, ser lugar comum. Escrever é buscar traduzir o indizível, é fazer nascer o inesperado, é registrar o pensamento, é esculpir os sentimentos através de uns sinais impressos num papel ou exibidos nessa tela de computador. Escrever é tentar capturar essa fumaça que paira sobre nós e que nos envolve e nos fascina. Tentar capturar as palavras, estas que estão por aí, nos esperando para dar-lhes forma e chamá-las de literatura. Escrever só se faz assim, escrevendo.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Antropofageando

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Come esse féjão logo, minino e num recrama!!!

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Good News

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2008. . . com o pé direito ...bombando!!!






Agora sou Anjo de Prata


Mais informações em: Anjos de Prata

e mais:


Lançamentos


Contos horizontais - meu primeiro livro de contos em pdf para download grátis (conforme sugerido pelo Alan). Contendo "Namoro virtual" tema de vestibular em 2005 e "Se eu fosse virtual" que saiu na 8a. Antologia dos Anjos de Prata 2008.


Contos horizontais - baixe agora !!!!!


Reflexivas numa mesa de boteco - meu primeiro livro de poemas em Inglês e Português em pdf para download grátis.


Reflexivas- baixe agora !!!!!


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